quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

Boas Festas e até 2011


Pois é amigos, mais um ano se encerrando...
Há exatos 12 anos atrás, estava eu lá, de beca e tudo mais, comemorando minha formatura... to ficando velho!!!rsrsrs
Agora, fim de 2010, após mais um longo e produtivo ano de muito trabalho, dificuldades e realizações, estou encerrando ninhas atividades. Para mim, um ano muito especial, pois recebi de Deus o maior presente que se pode receber: um filho. Meu pequeno Vinícius já está com 6 meses...
Serão 2 semanas de recesso, com retorno previsto para dia 10 de janeiro, se Deus quiser. Agora, porque essa imagem de "obras" ao invés de imagens de fogos, copos brindando, ou coisas do gênero?
Explicação: nessas 2 semanas, a SOM Odontologia estará em reforma. O projeto, assinado pelo arquiteto Luis Prata, traz mudanças em todos os ambientes e espera trazer novos ares, os tornando ainda mais aconchegante e confortável. A parceria com o Laboratório do Som (escola de música) segue ainda mais forte, e a escola também trará novidades para 2011, com novos cursos, novos professores e nova gestão.

Confira o projeto:

fachada

sala de espera

recepção


consultório

Portanto, desejo a todos um maravilhoso final de ano, e que 2011 seja um grande ano, com muitos projetos e realizações!

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Mitos e Verdades sobre Flúor


O flúor, como todos sabem, é essencial para a a prevenção de cáries. Uma lei federal determina a fluoretação da água que abastece toda a população. Com isso, o índice de cáries diminuiu muito nos últimos anos.

No entanto, não devemos pensar que apenas ingerido a água fluoretada estará livre das cáries. É preciso cuidar na higiene pessoal e educação das crianças para que este deixa de ser uma preocupação da saúde pública brasileira.

O que é o flúor?

O flúor é um mineral natural encontrado largamente na natureza. Ele tem sido usado mundialmente na prevenção de cárie dentária.

Como o flúor atua no controle da cárie?

A cárie é provocada por dois fatores: a organização de bactérias bucais na superfície dos dentes (formando a chamada placa bacteriana ou biofilme dental) e a exposição frequente à açúcares da dieta.

O açúcar consumido é transformado em ácidos pelo biofilme dental, provocando a dissolução dos minerais dos dentes por um processo chamado de desmineralização. A desmineralização ocorrida é parcialmente reparada pela saliva por um processo inverso, conhecido por remineralização. Se o flúor estiver presente na boca ele reduz a desmineralização e ativa a remineralização dos dentes reduzindo o efeito final do processo de desenvolvimento de cárie.

Quais são os meios de aplicação de flúor?

Existem meios coletivos, individuais, profissionais e suas combinações. A fluoretação das águas de abastecimento público é um importante meio de uso coletivo do flúor no Brasil. A Lei Federal nº 6.050, de 24/05/1974, determina que toda cidade com estação de tratamento de água deve agregar flúor na sua água. Os meios individuais incluem dentifrícios e soluções para bochecho diário. Há produtos com alta concentração de flúor para a aplicação profissional e materiais restauradores liberadores de flúor.

Dependendo do caso, o cirurgião-dentista pode recomendar o uso combinado dos meios de flúor para pessoas que têm dificuldade para controlar o processo de cárie (pessoas com alta exposição a carboidratos fermentáveis, principalmente a sacarose, que usam aparelho ortodôntico, têm pouca saliva devido ao uso de medicamentos, etc). Um exemplo de uso combinado é fazer a escovação com dentifrício fluoretado e bochecho com solução fluoretada. Do mesmo modo, a aplicação de flúor pelo cirurgião-dentista é recomendada para pacientes que não fazem auto-uso de flúor, quer seja por questão de comportamento ou deficiência física ou mental.

Qual a concentração de flúor na água fluoretada? Existe alguma forma de se calcular essa concentração referente à quantidade da população de determinado local?

A concentração de flúor a ser adicionada na água é feita segundo cálculo matemático que considera a temperatura média anual da localidade. Se as pessoas bebem mais água porque está mais calor, a concentração do flúor na água deve ser menor. No Brasil, por ser um país tropical, a concentração “ótima” de flúor na água da maioria das cidades é de 0,7 ppm (mg/L).

Pode-se aumentar ou diminuir a concentração de flúor na água de acordo com o índice de cárie na população?

Não. Em locais com alta prevalência de cárie, uma maior concentração de flúor não é indicada porque irá aumentar a fluorose dentária - único efeito colateral da ingestão da água fluoretada, a qual ocorre durante a formação dos dentes. A fluorose é percebida pelo aparecimento de linhas brancas transversais no esmalte dos dentes. Já uma menor concentração reduz o efeito anticárie do flúor.

manchas características da fluorose

A pessoa que vive em uma cidade com água fluoretada mas bebe água mineral não se beneficia com a fluoretação?

Mesmo quem não consome água de abastecimento público fluoretada é beneficiada, porque geralmente cozinha com essa água. Assim, refeições com arroz e feijão cozidos com água fluoretada são responsáveis por 50% da quantidade de flúor ingerido por dia.

Crianças menores de dois anos podem usar dentifrícios fluoretados?

A presença de flúor em creme dental é considerada essencial para controlar a cárie, portanto, a criança que não usa dentifrício fluoretado estará sendo privada do benefício anticárie do flúor. O grande problema para essas crianças é que elas ainda não conseguem cuspir o excesso, e acabam engonlindo, podendo surgir assim a fluorose. Para diminuir o risco de fluorose, deve ser usada uma pequena quantidade (equivalente a um grão de arroz cozido) de dentifrício de concentração convencional (1000-1100 ppm de flúor) e a escovação deve ser supervisionada pelos responsáveis pelas crianças até que elas possam cuidar de si próprias; um processo educativo como qualquer outro. Existem no mercado alguns cremes dentais com menor concentração de flúor, e até mesmo os que não possuem flúor em sua fórmula, sendo esses os indicados caso não consiga fazer esse controle na escovação.


*extraído do site "Zero Hora" Bem Estar

segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Clareamento dental sem orientação pode causar danos irreversíveis


Kits de clareamento dental, à venda por valores que variam entre 100 e 200 reais, parecem simples de usar e inofensivos. A empresária carioca Cristiana Marroig, 28 anos, acreditou na promessa de dentes mais brancos e acabou comprando uma caixa com o kit clareador em um dos shoppings mais tradicionais do Rio de Janeiro. Em apenas dois dias, os resultados apareceram. Mas não os que ela esperava. O produto trouxe gengivas inflamadas, sangramento e manchas em toda a arcada dentária. O gel e a moldeira usados por Cristiana não foram aprovados por um dentista. A venda do produto, liberado para o comércio no Brasil, também não foi devidamente supervisionada. O pequeno experimento da empresária por pouco não terminou em uma série de sequelas graves e irreversíveis – e em muita dor. Com um agravante: tudo estava devidamente dentro da lei.

O material pode ser comprado pela internet ou em lojas especializadas. Alguns kits são mais completos e já vêm, além do gel clareador, com uma moldeira que, após amolecida em água quente, pode ser encaixada na arcada dentária. Em seguida, basta colocar um punhado do gel da bisnaga e encaixar na boca. O processo, contudo, é desencorajado pelo Conselho Federal de Odontologia (CFO), que considera a prática uma autoprescrição tão perigosa quanto o consumo indiscriminado de medicamentos. “O teor abrasivo desses clareadores é perigoso quando usado sem orientação profissional. Ele pode danificar o esmalte do dente”, diz Marcos Luis Santana, do CFO.

Riscos — Os riscos do clareamento dental caseiro sem orientação são muitos. Vendido em concentrações variadas, o peróxido de carbamida (substância do gel) tem de ser administrado de acordo com as necessidades pontuais de cada paciente. Um gel muito forte pode ser agressivo e doloroso para uma pessoa com dentes muito sensíveis, por exemplo. De acordo com Mauro Piragibe, da Associação Brasileira de Odontologia (ABO), há grandes chances do produto vazar da moldeira e entrar em contato com as mucosas da boca. Ele pode causar perda de papila (gengiva entre os dentes), retração de gengiva (deixando a raiz à mostra) – ambos reversíveis apenas com enxerto -, inflamações da bochecha e dos lábios e até piorar casos de gastrite e úlcera gástricas. “Isso acontece porque a moldeira não é bem feita. Para esse tipo de tratamento, ela precisa ser feita dentro de um consultório, de maneira personalizada, com o formato exato dos dentes do paciente. Só assim os riscos do gel vazar são mínimos”, diz.

Sem controle — Os clareadores dentais não têm venda restrita no Brasil, desde que sejam registrados pela Anvisa. Para conferir, basta se certificar que o produto tenha o símbolo do órgão federal na embalagem. Apesar de ser facilmente encontrado em sites de venda na internet, algumas lojas especializadas só comercializam os produtos para dentistas com registro profissional. Mas fazem isso somente em cumprimento a uma recomendação do Conselho Federal de Odontologia, sem força de lei. O CFO requer há muito tempo que a venda seja feita exclusivamente a especialistas da área.

Em julho de 2009, a diretoria do conselho enviou um ofício à Anvisa solicitando novos estudos sobre a comercialização dos clareadores. “Queremos que seja criada uma Câmara Técnica de Discussão sobre a Odontologia. Um local específico para se discutir a venda de produtos e materiais de uso odontológico”, diz Marcos Luis Santana, que representa o CFO na Anvisa. O órgão federal, em resposta, afirmou que tal instância para discussão já existe e é representada pela Associação Brasileira de Odontologia. “Mas queremos algo específico que discuta mais de perto o problema da venda desses produtos. Estamos preparando um segundo ofício para pedir uma reunião com a diretoria da Anvisa”, diz Santana.

No consultório — Há dois tipos de clareamento mais seguros, ambos feitos sob a supervisão de um dentista. O primeiro deles, chamado de caseiro, tem basicamente o mesmo princípio do que vem sendo feito sem orientação, mas, além de contar com uma moldeira feita por um protético, o paciente usa o gel na concentração indicada pelo dentista. “Em alguns casos a pessoa não tem nem indicação para o clareamento, simplesmente porque o dente dela não vai clarear ou porque ela tem cárie, machucados na gengiva, restauração, tártaro ou alergia ao produto”, diz Carlos Rocha Gomes Torres, professor da Faculdade de Odontologia da Unesp de São José dos Campos. Mas há casos mais delicados. Algumas pesquisas apontam, por exemplo, que, se o fumante fizer clareamento, o produto pode aumentar as chances de câncer de boca.

Já o clareamento com o uso de laser ou de LED (uma tipo de luz alternativa ao laser) é mais indicado aos indivíduos que esperam um resultado mais rápido. O uso de luz, no entanto, pode estar com os dias contados. Segundo Mauro Piragibe, da ABO, há estudos em andamento que mostram que o uso de luz pode aumentar, em média, 2˚C a temperatura da polpa do dente. “Pesquisas recentes apontam que isso pode causar danos futuros”, diz o especialista.

*matéria extraída do site da revista VEJA/Saúde

domingo, 21 de novembro de 2010

Escovas Elétricas


As escovas elétricas foram criadas para facilitar a escovação, principalmente daqueles que possuem dificuldades de coordenação motora. Entretanto, não devemos esquecer que dependemos não só de uma boa escova - que deve ser SEMPRE macia -, mas também da técnica de escovação adequada, e de outras ferramentas importantes, como o fio dental, soluções antissépticas, etc.

O que de fato importa é a eficiência na remoção da placa bacteriana, a qual adere à superfície dos dentes, gengivas e língua, independentemente da escova dental utilizada. Cabe ao dentista aconselhar o seu paciente sobre qual é a melhor escova para alcançar esse objetivo sem provocar prejuízos à saúde dos tecidos bucais.

Geralmente, as crianças e os idosos, que possuem limitações motoras, podem optar por escovas elétricas. Essas escovas facilitam a higiene bucal nesses casos, uma vez que vibram e rodam as cerdas, desorganizando a placa bacteriana. Porém, a higiene será deficiente se a escova elétrica não for posicionada adequadamente sobre dentes, língua e gengivas e não permanecer o tempo adequado para a remoção das bactérias.

Embora o objetivo das escovas elétricas e manuais seja o mesmo, o processo de escovação é diferente. A escova manual exige a técnica de movimentação manual, que deve ser feita pelo próprio paciente. Já a escova elétrica, por rodar e vibrar exige menos coordenação motora.

Agora, que optar por usar as escovas elétricas, preste bastante atenção nao hora de escolher qual usar. Fique atento, pois o que pode causar danos à gengiva e ao esmalte dos dentes são as escovas de cerdas duras, e o excesso de força aplicada durante a escovação. Por essa razão, as pessoas devem optar por escovas que possuem uma boa tecnologia de cerdas: grande quantidade de tufos, extremidades arredondadas, maciez e durabilidade.

É necessário também ficar atento ao prazo de validade da escova elétrica, que geralmente deve durar no máximo 2 meses. No entanto, essa durabilidade pode variar entre os usuários, e a escova deverá ser trocada no momento em que a cerda estiver começando a se deformar. Para alguns, isso pode acontecer na primeira semana e sinaliza o excesso de pressão aplicada durante a escovação de seus dentes. Se isso acontecer, troque a escova, e quando começar a usar a nova, tome cuidado para não aplicar força.

Essa escovação traumática pode causar hipersensibilidade dos dentes. Ela normalmente resulta na abrasão do esmalte expondo a dentina (parte enervada do dente), além de expor também parte da raíz do dente (parte que nao é protegida pelo esmalte), gerando dor e desconforto diante de um estímulo físico, como o frio e o contato com os alimentos doces, por exemplo. Por esse motivo, devemos nos atentar para a forma como escovamos nossos dentes e procurar orientações mais específicas.

quinta-feira, 4 de novembro de 2010

EU VISTO A CAMISETA DO BEM!

O que é?

O evento "EU VISTO A CAMISETA DO BEM" tem como objetivo angariar fundos para a Turma do Bem por meio da venda de camisetas.
Essas camisetas fazem parte da campanha da Trident "Relaxa, vamos rir mais". Uma campanha que apoia o movimento de ver o lado positivo da vida.

Como funciona?

Ao comprar uma camiseta da campanha da Triden no site

www.tridentbrasil.com.br/camisetas

Todo o lucro será revertido para a Turma do Bem.
São 10 modelos exclusivos.
Custo da camiseta: R$37,90 (+ frete).
Para quem quiser economizar no frete, escolha seu modelo preferido e entre em contato conosco. Vamos fechar um grande pedido e assim o frete sai bem mais em conta.
Ainda este ano, a Turma do Bem - regional Poços de Caldas - irá realizar um grande evento (será informado posteriormente) onde só poderão participar as pessoas que tiverem com a camiseta.
Faremos uma fotografia com todos os participantes da festa e enviaremos à sede da ONG e todos os meios de imprensa da cidade e região.
confira esse e outros modelos no site


Vamos fazer uma grande festa, e ainda ajudar a fazer mais crianças e adolescentes sorrir!!!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

"Pra que serve o dentista?"

Durante o mês de setembro, estive ministrando palestras para os alunos do programa PROJOVEM de Poços de Caldas, atendendo ao pedido da coordenadora pedagógica do pólo Poços de Caldas, Maria Augusta Figueiredo Opipari.


O Projovem é um programa de inclusão de jovens, que visa a elevação do grau de escolaridade e qualificação profissional dos jovens que não tiveram a oportunidade ou não conseguiram completar seus estudos.


Foram 3 palestras, nos 3 núcleos existentes na cidade: Escola Municipal João Pinheiro, Escola Municipal Irmão José Gregório e CAIC Prof Arino Ferreira Pinto.


Gostaria de aproveitar esse blog para comentar sobre essa experiência.
Foram noites bem cansativas, mas muitíssimo proveitosas. Essas palestras me fez pensar sobre como a sáude bucal é vista pela população.
Qual é a primeira coisa que você pensa quando houve falar de dentista? Acho que eu mesmo posso responder: Dói! É muito caro!
Estou errado?
E quem é o culpado por isso: o dentista?
Só ouvindo as pessoas que podemos refletir sobre o assunto... Nós, dentistas, ficamos dentro de nosso consultório só resolvendo os problemas já existentes... precisamos sair desse nosso "mundinho" para ver que há muito o que se fazer para melhorar a saúde bucal da população.
Quem sabe por que o dente dói? Por que a gengiva sangra? Quem sabe escovar corretamente os dentes? Quem já foi ao médico um monte de vezes, e nunca descobre a causa daquela "maldita" dor de cabeça?
São perguntas que nós, dentistas podemos responder. E só quem tem um desses problemas sabe o quanto isso incomoda.
Infelizmente, em nosso país, só se lembra dos dentes quando eles estão com algum problema. Ou alguém aqui vai ao dentista regularmente, a cada 6 meses? Se você tem esse hábito, parabéns! Saiba que você é uma rara excessão...
trecho do documentário "boca a boca" - turma do bem

Por que é assim?
Porque nossa cultura é assim. Quem já não ouviu dizer que quando ficarmos velhos, não teremos dentes? Não é atoa que somos conhecidos como o "país dos dendentados". E que ironia, somos o país onde mais se formam dentistas no mundo... Vai entender...
Por que tem que ser assim?
Não tem que ser assim. Nós, dentistas, podemos mudar isso. Como? Levando nosso conhecimento para fora de nossos consultórios. Não somos "máquinas" de "tapar" buracos.
Nós, população, devemos cobrar dos dentistas isso, cobrar do governo medidas que tratem a saúde bucal como saúde essencial, não como "acessório". Nossa boca não é menos importante que qualquer outra parte do corpo... ou é?

sábado, 18 de setembro de 2010

OS MELHORES DENTISTAS DO MUNDO

Acontecerá no dia 18 de outubro, em São Paulo, a premiação mais aguardada do ano - o Sorriso do Bem – um grande evento que homenageia e premia quem mais se destacou no projeto DENTISTA DO BEM durante o ano.
Anualmente, a Turma do Bem promove um fim de semana especial que conta com cursos de capacitação e integração para valorizar e aprimorar o trabalho dos voluntários (dentistas) de todo o Brasil. O final de semana da capacitação é encerrado com o
Sorriso do Bem, a noite de premiação, que sempre traz muitas surpresas, homenagens e uma emocionante recepção para os voluntários e parceiros do projeto. Este ano, além de todas essas homenagens, será escolhido "O melhor dentista do mundo".

Etenda o projeto

A Turma do Bem é uma rede formada por mais de 7.500 dentistas. Eles estão espalhados por todo o país (quase 800 municípios) e na América Latina e Portugal. Em cada município, temos os dentistas voluntários que atendem um número X de crianças. Eles são coordenados por um ou dois dentistas, os “coordenadores regionais”.

Anualmente, os trabalhos dos dentistas voluntários e dos coordenadores regionais são avaliados conforme o número de crianças atendidas/IDH do município/número de dentistas na cidade e mais uma infinidade de dados subjetivos, tais como mudanças em políticas públicas, espaços conquistados na imprensa, para a exibição do nosso documentário e mais um monte de outras ações importantes para a divulgação da nossa causa.

Meu histórico na TURMA DO BEM
Em 2008, ano em que a Dra. Patrícia Miranda me apresentou o projeto, abracei a causa e fui surpreendido ao ser premiado como um dos 5 melhores dentistas do Brasil.

Em 2009 fiz um curso de gestão e marketing, juntamente com outros voluntários que também se destacaram no projeto, todos patrocinados pela KAVO (fabricante de equipamentos odontológicos). Durante esse curso, o Dr. Fábio Bibancos (idealizador e presidente da TURMA DO BEM) me indicou como novo coordenador de Poços de Caldas. No mesmo ano, ainda no início da coordenação, fiquei entre os 20 melhores coordenadores.

Na última sexta-feira saiu a relação dos finalistas de 2010:
- AMAPÁ
Daiz da Silva Nunes – Macapá
Adriana Verônica Gato da Silva – Macapá
- ESPÍRITO SANTO
Caroline Ribeiro Serrão Peisino – Vila Velha
Maíra Cani Gama – Vitória
- MATO GROSSO
Maria Madalena de Oliveira – Nova Olímpia
- MATO GROSSO DO SUL
André Luís Martins - Campo Grande
- MINAS GERAIS
Regina Cosenza de Castro - Barão de Cocais
Fátima Pereira Porto - Belo Horizonte
Mário Junio Soares dos Santos – Belo Horizonte

Kátia Lima – Guaxupé
Maria de Fátima Moreira Antunes – Janaúba
Daniel Rodrigo Salles - Poços de Caldas
Vania Maria Santos Rodrigues – Porteirinha
- PARANÁ

Selma dos Reis Rocha Santos – Curitiba
Adriana Gallego Donda Casagrande – Curitiba
Jocemara Marcondes Gomes - Ponta Grossa
- RIO DE JANEIRO
Aracélie Mayerhoffer - Campos dos Goytacazes
Maria de Fátima Teixeira Araujo Menezes – Niterói
Marlei de Souza Leite Moreira – Nova Iguaçu
Rosana Maria Bazzo – Rio de Janeiro
Carmen Cristina Carvalho Falcon – Rio de Janeiro
Hellen Mary Costa da Silva - Rio de Janeiro
Andréa Mamede Ximenes Aguiar Santos - Rio de Janeiro
Ellen Rose Bundzman – Rio de Janeiro
Saulo Nixon de S. Sobrinho – São Gonçalo
Anna Cristina Tenan – Teresópolis
- RIO GRANDE DO SUL
Paulo Roberto Bertocchi – Farroupilha
Roberto Antonio Pinzetta - Nova Prata
- SANTA CATARINA
Tarcisio Alex Fonseca - Braço do Norte
- SÃO PAULO
Luiz Alberto de Aguirre – Campinas
Renata M. Bernini Cancian – Campinas
Andrea Maria Borges – Caraguatatuba
Ernani Virgílio Fernandes – Franca
Magali Arantes Dobes – Franca
Nícia de Mattos Paranhos Arruda - Igaraçu do Tietê
Lucia Regina Crema - Lins
Angemerli Maza Basaglia Teodoro - Ourinhos
Bruna Ganzarolli Niero Costa – Pedreira
Luciana Bason Marques – Pindamonhangaba
Rodrigo Giovani Camargo – Rio das Pedras
Marcelo Fernandes Segatto – São Joaquim da Barra
Ana Paula Ferreira Costa Oliveira – São José do Barreiro
Adriana Vieira Barbosa – São Luiz do Paraitinga
Sonia Regina Bordin Aykroyd – Sorocaba
Maria Cristina S. P. de Souza - Ubatuba